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Inflação e custo de vida: Como esses fatores impactam a precificação e a demanda por planos funerários populares, segundo Tiago Schietti

Diego Rodríguez Velázquez
Diego Rodríguez Velázquez maio 25, 2026
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Tiago Schietti
Tiago Schietti
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Para Tiago Schietti, compreender a relação entre inflação, custo de vida e a demanda por planos funerários populares é fundamental para quem deseja oferecer soluções acessíveis e sustentáveis à população brasileira. Em um cenário econômico marcado pela pressão nos preços e pela redução do poder de compra, as famílias buscam cada vez mais alternativas de planejamento que garantam dignidade sem comprometer o orçamento. Este artigo explora como esses fatores econômicos influenciam diretamente a formação de preços e o comportamento do consumidor nesse segmento. Continue lendo e entenda como se posicionar de forma estratégica nesse mercado.

Contents
Como a inflação afeta a precificação dos planos funerários populares?De que forma o custo de vida influencia a decisão de contratar um plano funerário?Quais estratégias as empresas do setor podem adotar diante desse cenário?O planejamento funerário popular pode ser lucrativo mesmo em tempos de crise?A precificação consciente como caminho para a solidez no mercado funerário

Como a inflação afeta a precificação dos planos funerários populares?

A inflação impacta o setor funerário de maneira direta e multifacetada. Os custos operacionais das empresas, que incluem insumos, mão de obra especializada, transporte e manutenção de estruturas, acompanham a alta geral dos preços na economia. Esse movimento pressiona as margens e exige reajustes periódicos nos valores dos planos oferecidos ao público.

Conforme Tiago Schietti analisa, o desafio está em calibrar esses reajustes sem afastar o cliente de menor renda, que representa a maior parcela dos consumidores de planos populares. A precificação precisa ser transparente, justificada e comunicada com clareza, pois qualquer aumento percebido como abusivo pode gerar cancelamentos e prejudicar a reputação da empresa no longo prazo.

De que forma o custo de vida influencia a decisão de contratar um plano funerário?

O aumento do custo de vida reduz a renda disponível das famílias e altera suas prioridades de consumo. Em momentos de aperto financeiro, gastos percebidos como não urgentes tendem a ser postergados ou eliminados, e os planos funerários, embora essenciais, frequentemente entram nessa categoria de “despesa adiável” para muitos brasileiros.

No entanto, como destaca Tiago Schietti, esse comportamento representa uma janela de oportunidade para empresas que souberem comunicar o valor real do planejamento funerário preventivo. Quando o consumidor entende que contratar um plano em vida reduz significativamente os custos no momento do falecimento e evita endividamento familiar, a percepção de urgência muda e a decisão de compra tende a se antecipar.

Quais estratégias as empresas do setor podem adotar diante desse cenário?

Diante de um ambiente econômico desafiador, as empresas funerárias precisam adotar estratégias inteligentes de precificação e relacionamento com o cliente. Entre as principais práticas que contribuem para a sustentabilidade do negócio e a fidelização do consumidor, destacam-se:

  • Oferecer planos com mensalidades escalonadas, respeitando diferentes perfis de renda;
  • Criar campanhas educativas que reforcem os benefícios do planejamento antecipado;
  • Revisar periodicamente os custos internos para evitar reajustes abruptos;
  • Estabelecer contratos com regras de reajuste claras e previsíveis para o cliente;
  • Investir em atendimento humanizado como diferencial competitivo.
Tiago Schietti
Tiago Schietti

Essas ações, quando aplicadas de forma consistente, constroem uma relação de confiança que vai além do preço. Segundo Tiago Schietti, empresas que combinam acessibilidade financeira com qualidade no atendimento tendem a crescer de forma sustentável, mesmo em períodos de instabilidade econômica.

O planejamento funerário popular pode ser lucrativo mesmo em tempos de crise?

A resposta é sim, desde que a gestão seja eficiente e orientada por dados. Planos populares têm alto potencial de volume, o que compensa margens mais reduzidas por unidade. A chave está na escala, na retenção de clientes e na redução do churn por meio de um relacionamento contínuo e de qualidade.

De acordo com Tiago Schietti, o mercado funerário popular é resiliente justamente porque atende a uma necessidade universal e inevitável. Empresas que investem em tecnologia para gestão de carteira, automação de cobrança e comunicação eficiente com o contratante conseguem manter a rentabilidade mesmo quando o ambiente externo pressiona os custos e reduz a capacidade de pagamento do consumidor.

A precificação consciente como caminho para a solidez no mercado funerário

Em síntese, a inflação e o custo de vida são variáveis que o setor funerário não pode ignorar. Elas moldam o comportamento do consumidor, pressionam os custos e exigem das empresas uma postura estratégica, criativa e empática. O equilíbrio entre acessibilidade e viabilidade financeira é o ponto central de qualquer modelo de negócio sustentável nesse segmento.

O setor que souber adaptar sua oferta, comunicar seu valor com clareza e tratar o cliente com respeito conquistará não apenas contratos, mas lealdade. Nesse contexto, a precificação deixa de ser apenas um número e passa a ser um instrumento de posicionamento e confiança no mercado funerário popular.

Autor: Diego Rodríguez Velázquez

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